A dor é tão grande no meio desta multidão que mal consigo respirar e suplicar por socorro ao mesmo tempo que peço ajuda áquele que algum dia esteve tão próximo de mim e hoje tão distante. A vida passa por um fio e eu aqui corroendo esperando uma ponta de esperança pra requilibrar os meus pólos. Não há química neste momento que dê conta da rebeldia, raiva. Eu penso em desistir, me destruír, ser covarde, mostrar á todos que eu sou forte o suficiente pra me jogar de uma janela e fraca demais pra assumir o quanto eu estou fraca e precisando suplicar por socorro. Eu preciso de esprança, um pontinho de esperança. Desaprendi a ser feliz e o que é a felicidade.